BOLETIM DO CENÁRIO ECONÔMICO MUNDIAL

BOLETIM DO CENÁRIO ECONÔMICO MUNDIAL


O COVID-19 trouxe ao mundo não apenas a preocupação e medo com a saúde, mas também trouxe uma grave crise econômica no mundo. As relações internacionais foram gravemente afetadas, enfrentamos um momento em que deve haver consciência não só nos interesses individuais das nações.

Entre os países mais afetados, estão China, Itália, Espanha, Estados Unidos e Israel. Nestes, há grandes potências mundiais.

Estes terão que enfrentar uma batalha para se reestruturem. Porém, o desafio maior será para os países com a economia menos estabilizada como Brasil, Argentina, Colômbia e Chile que irão sofrer com a soberania dos países desenvolvidos pós pandemia.

A distribuição de renda também será atingida, de modo que as empresas de pequeno porte perdão produtividade e, consequentemente, ficarão em falta de recursos a serem repassados aos seus funcionários.

É um ciclo onde todos serão afetados. Apenas grandes empresas serão privilegiadas com a situação, pois irão comandar o mercado.

A situação é complicada para todos os âmbitos sociais, no que se refere à paralisação. Mas, embora os campos de atuação fiquem defasados, estudos – realizados por universidades e especialistas em epidemias – comprovam que é a melhor medida a ser tomada.

Na Itália, já se pode observar os números alarmantes de casos e mortes pelo contágio do coronavírus. Esses dados comprovam que não é o momento de priorizar a economia, tendo em vista a ameaça à saúde que cerca todos os países.

O fechamento de fronteiras e crise no funcionamento das companhias aéreas (que são as principais afetadas) também trazem resultados impactantes para a economia mundial.

O turismo, as negociações e qualquer outra necessidade de locomoção entre países, estados e cidades, estão sendo comprometidos e haverá necessidade de reparação, inclusive, com incentivos estatais.